
A Última Limitação (o Manifesto Criativo), um ensaio de Igor Ferrer
Está nos quartos de parede que fracionam a abstração das faculdades mentais em cômodos de apartamento. Nas fronteiras, regras, barreiras

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Dia 01. Troquei a foto sobre o mantel por outra. Tirei a horrenda imagem de seus pais e agora, enquanto

2018. Almoço de ano-novo. Era tradição da família da Nenê, a esposa do Ricardo, passar junto o primeiro dia do

Todos os dias, costumava limpava meu jardim, nele havia pés de alecrim, erva daninha, samambaias, moreias, logo, era um local

Mudei há pouco tempo para um prédio velho. Sendo sincera, “velho” é um eufemismo: o prédio está caindo aos pedaços.

Homero acordou com a dor aguda que lhe rasgou as costas do coração aos rins. O mal-estar logo se esvaiu

O país estava dividido, sem chance de diálogo. Até porque a gritaria era tamanha que não dava para entender o

Estival Leme e coração Jangada jogada ao longe Da foz do rio que me ri Singro uma água rasa Arrasada

1964. Passava das 6 horas daquela gelada manhã de maio quando ele chegou apressado. Desceu de sua bicicleta Göricke comprada

Primogênita Filha mais velhacarregando o pesode expectativas selvagensnascida de sonhosque nunca existiram À sombrada perfeição imaginada,ela se ergue sozinhasem rivalno
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