Pelo terceiro ano seguido, vamos promover o curso “Plaquetes, espaços para experimentação”, com a Thaís Campolina!
Sobre as datas, horários e investimento
Datas: 15 e 22 de abril
Horários: 19h30
Plataforma: Google Meet (as aulas serão ao vivo e não ficarão gravadas)
Investimento: R$170
Sobre o curso
No primeiro encontro, iremos conhecer diferentes formas de publicação para entender melhor o que é uma plaquete e quando e por que vale a pena publicar uma. Assim, abordaremos suas possibilidades textuais e visuais, focando no seu potencial de experimentação.
Com essas ferramentas, no segundo encontro, você apresentará para a turma o seu projeto de plaquete, além de conhecer as propostas dos outros colegas. A partir de cada apresentação, ideias para a execução e desenvolvimento serão discutidas. Os alunos terão até o fim do mês de abril para enviar o original para avaliação. Os três melhores serão selecionados para publicação pela editora orlando.
O que é uma plaquete?
Uma plaquete é uma publicação artesanal, geralmente com formato pequeno e tiragem limitada. Ela pode conter textos, ilustrações, fotografias e outros conteúdos criativos.
Por que publicar uma plaquete?
Publicar uma plaquete é uma forma única de expressar sua criatividade e compartilhar suas ideias com o mundo. Além disso, é uma maneira acessível de entrar no mundo da publicação independente.
Lançamento na Flip 2026!
Três plaquetes desenvolvidas pela turma serão selecionadas para a produção e lançamento oficial pela editora orlando durante a Flip 2026, em julho!
Sobre os encontros
O curso será dividido em dois dias, para que você produza a plaquete e apresente para a turma!
Encontro 1 – 15 de abril
Encontro 2 – 22 de abril
Sobre a facilitadora
Thaís Campolina (Divinópolis/1989) é autora dos livros “eu investigo qualquer coisa sem registro” (Crivo Editorial, 2021) e “estado febril” (Macabéa/2024). Também publicou as plaquetes de poesia “noticiosas” (2023), “línguas soltas” (Primata, 2024) e “frigideira” (Tato Literário, 2024) e o conto “Maria Eduarda não precisa de uma tábua ouija” (2020). Atua como mediadora de leitura e curadora literária nos projetos Clube Cidade Solitária, Casa das Poetas, Leia Mulheres Divinópolis e Bafo de Poesia.
Ferramentas de acessibilidade