Quatro poemas de Juliana Cardoso

Lua

A lua em seu lugar exato
analisando meu silêncio.
Mas tenho a perspicácia de um gato
e não revelo meu incêndio.


A folha me mostra sua face,
Tão pura;
Tão nua;
Tão crua.
E meu Eu, ao despir do meu ego,
a preenche… seja de lágrimas ou seja de versos.


Onde meu infinito se encontra?
Desconfio que seja em meu querer, que a cada
incontáveis suspiros nostálgicos, anseia pela alegria inocente
que um dia alçou seu vôo sem pressa de voltar.


A busca por conhecimento é o que nos
liberta em direção à verdade.
E a verdade já é, por si só, a liberdade presente
em todo o sentido da palavra.

Juliana Cardoso, atualmente aos 25 anos, é designer gráfico, escritora, futura copywriter e está no processo de criação do seu primeiro livro.

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